quinta-feira, 19 de junho de 2014

Um regresso imprevisto

Queridos leitores,
 
Por doença de um familiar tive de regressar a Portugal de urgência e por cá ficarei por tempo ainda indeterminado.
 
No entretanto a viagem ficará suspensa, mas na medida do possível tentarei dar alguma continuidade às publicações aqui no blogue.
 
Muito obrigada a todos pela vossa presença ao longo destes meses.
 
Um abraço,
 
Adriana

terça-feira, 3 de junho de 2014

Três dias em duas rodas - parte IV

A caminho da "piscina" no meu Éden privativo. É
verdade, eu nadei ali, naquele verde imenso,
acolhedor e muito, mas muito silencioso.
Esta senhora, carregada ao pescoço, bate
qualquer exercício de levantamento de
pesos e halteres
Jantar partilhado com o J., depois de cumprido
o trajecto do dia e a caminho de uma
noite descansada numa pensão local
Num dia perfeito de sol e ar puro, fazendo
caminho por estradas aos esses
O fruto do cacau: só um sabe a pouco...
e dois ou três provavelmente também!
Nunca tinha visto o fruto do cajú. E se estão
a perguntar-se onde está o dito, é preciso
separarem aquele acrescento em forma de rim
que está no topo e abri-lo. Agora pensem,
quantos frutos serão necessários para encher
um daqueles saquinhos de cajú que se compram
no supermercado?!
Numa fábrica de pauzinhos. Que estava encerrada,
por causa do aproximar do Tet

*

Aqui fica este cheirinho de como foi. Escolher o que incluir e o que deixar de fora neste post foi bem difícil! Na verdade, muito mais havia para mostrar e contar, porque as terras altas do centro do Vietname são assim, belas e fotogénicas. Resta-me a esperança de vos ter aguçado suficientemente o apetite para quererem descobir o resto ao vivo e a cores.

Três dias em duas rodas - parte III

Vida de aldeia entre uma das minorias
do Vietname
Olhares doces e tímidos, sem ousarem
aproximar-se, estas três meninas (irmãs?) ainda
assim aceitaram tirar uma breve fotografia
Casas flutuantes onde muitos pescadores
da região passam os seus dias
Pôr-do-sol sobre os arrozais
Casa tradicional vietnamita, construída sobre
estacas, o que permite defendê-la de inundações e
vermes, bem como fazer da parte inferior armazém,
abrigo para os animais ou espaço de trabalho
Um momento daqueles
Vidas dedicada aos arrozais, da plantação
à colheita, do verde ao amarelo ao castanho,
de sol a sol